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Showing posts from March 6, 2011

Silvio rodriguez e Pablito - Rabo de nube

ola, queridos mios,
Todo lo que necessito en este sábado es un Rabo de Nuben.

E, são Presidentes, passistas, porta-bandeiras....

São Lauras, Marias de todas as cores, Carmens, infinidade de Rosas, Ligias, Carolinas, Saras e Dianas, Barbaras e Anas, em todos os idiomas e definições.Irmãs, amigas, companheiras, sonhadoras, práticas, frágeis, fortes, alegres, tristes, amorosas, desiludidas, amadas, amantes, políticas, poetas, da rua, dos campos, da noite, dos eternos amanheceres,dos por de sol antes e depois das tempestades, das pequenas lembranças, das grandes caricias, do riso, do pranto,... qualquer adjetivo sobrepõe estas mulheres que surgem dos mais distantes recantos do mundo, guerreiras desprendidas das estrelas cadentes e juntam dia a dia pedacinhos de sonhos e vão ao longo dos séculos construindo um mundo melhor.
Assim foi desde a Grécia antiga quando Isis a deusa da magia e da fertilidade, convivia com os artesãos, poetas, escravos em grandes festas precursoras dos dias de alegria que tiveram na enseada fascinante do Atlântico chamada Rio de Janeiro, onde desde o entrudo às escolas de samba transform…

Tira o seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor..

Distraída, consultando a agenda na busca da atração para o próximo “Seis e Meia” não ouvi os passos que se acercavam.
- Ai que susto! – um toque suave, banhado de luz roçou meus cabelos
-Oi menina sou eu – respondeu Nelson Cavaquinho
Nelson, quantos anos! Num só abraço vivemos décadas. Naquele beijo um mar de ternura. Nos olhávamos e voltamos aos beijos e abraços.
Alucinação pura. Nelson o maior dos compositores do Brasil, o dos amores perdidos, violados, das folhas mortas, das rondas noturnas à cavalo quando era da Policia Militar, das noitadas nos botecos, da branquinha gostosa como ela só, do amor pela vida, dos medos, da eterna angustia. Nelson é a cara do meu Pais. Sofre, ri, ama, passa fome,vende letras de suas canções ou para compra o cigarro ou quem sabe para pagar o trem de volta ao lar. Homem forte, todo poesia, todo saudade, todo esperança, todo paixão. Nas andanças noturnas conheceu a Mangueira – a Estação Primeira – se entregou.
Quanta alegria – cantaria Zé Kéti dian…

Reencontros - Segunda Parte

Não é fácil regressar de uma longa viagem sem que tenhamos quebrado as cores que nos atava aquele verde, aquele azul. Não é fácil tentar encontrar no olhar aquele sentimento que o tempo insistiu em apagar. Não é fácil.
Assim foi nosso encontro uma busca sem voz, sem sorriso, sem olhos nos olhos, sem toque nas mãos, sem aquele beijo sem graça, aquele abraço apertado – que bom que você voltou -.
Virtual. Pela rede nossas lembranças rolaram soltas, link’s de músicas, alguns boleros, discussões sem sentido entre Cazuza, Melodia – que me deu um trabalho imenso quando eu era superintendente dos Projetos Especiais da Funarj do Teatro João Caetano. Dirigia quase todos os espetáculos, porque Albino Pinheiro, o querido Albino chegava já quase começado o show. Um vai e vem de mensagens, levando para lá e cá todos os meus sonhos.
Descobrimos parte de nossa juventude, dos primeiros encontros a despedida brusca cruel porque a revolução era mais importante. Parti sem deixar rastro. Doeu dos do…

Tres estaciones - Noel Nicola

Hay un tiempo de lluvias por caer
(son unos días verdes como amar)
y hay unas ganas grandes de sembrar,
y más ganas aún de florecer.
¡Ah, compañera,
qué primavera
te espera!

Hay un poco de sol que ha de llegar,
con su sed inmediata, con su mar,
un enredo del pelo con la sal
y algo que aunque caliente no hace mal
en el verano,
desde temprano
tu mano.

Cuando llovizne sobre la ciudad
y un viento norte amarre su cordel,
habrá que enamorarse de verdad
para sacarse el frío de la piel
si no, ¿qué hacernos?
hay que ser tierno
en invierno.