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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

VISITANDO A GERARDO Y COMPARANDO A GROSS CON LOS CINCO

por Danny Glover y Saul Landau Hora de partir, el momento más doloroso de la visita a Gerardo Hernández. Un guarda de la prisión anuncia: “La hora de visita ha terminado”. Gerardo se pone contra la pared junto a los otros presos. Nosotros estamos de pie entre las esposas, hijos y madres. Finalmente, la pesada puerta de metal, controlada electrónicamente, se abre. Gerardo levanta un puño triunfante. Hacemos lo mismo. El se queda en el Infierno (ahora por 13 años). Nos vamos. Manejamos de la penitenciaría de Victorville al aeropuerto de Ontario California, analizando el absurdo de cinco cubanos (uno en precaria libertad condicional) que ayudaron a los Estados Unidos a combatir el terrorismo pero permanecen encerrados en penitenciarías federales mientras Luis Posada Carriles, quien orquestó el sabotaje de 1976 a un avión de Cubana (73 murieron), cena en los mejores restaurantes de Miami. Entre sus visitas al proctólogo, Posada y otros lunáticos vejestorios, continúan maquinando la violenc

VISITANDO A GERARDO Y COMPARANDO A GROSS CON LOS CINCO

por Danny Glover y Saul Landau Hora de partir, el momento más doloroso de la visita a Gerardo Hernández. Un guarda de la prisión anuncia: “La hora de visita ha terminado”. Gerardo se pone contra la pared junto a los otros presos. Nosotros estamos de pie entre las esposas, hijos y madres. Finalmente, la pesada puerta de metal, controlada electrónicamente, se abre. Gerardo levanta un puño triunfante. Hacemos lo mismo. El se queda en el Infierno (ahora por 13 años). Nos vamos. Manejamos de la penitenciaría de Victorville al aeropuerto de Ontario California, analizando el absurdo de cinco cubanos (uno en precaria libertad condicional) que ayudaron a los Estados Unidos a combatir el terrorismo pero permanecen encerrados en penitenciarías federales mientras Luis Posada Carriles, quien orquestó el sabotaje de 1976 a un avión de Cubana (73 murieron), cena en los mejores restaurantes de Miami. Entre sus visitas al proctólogo, Posada y otros lunáticos vejestorios, continúan maquinando la violen

Dilma decreta maior salário minimo em 30 anos

Salário mínimo segue recuperando poder de compra desde 2003, após longo período de desvalorização contínua entre 1980/2002 O governo da presidenta Dilma continua a política de Lula para valorizar o piso nacional, em janeiro novo salário mínimo será o maior desde 1983 e alcançará cerca de US$ 335. O valor ainda não é suficiente para satisfazer as necessidades de uma família média brasileira, principalmente nas grandes cidades, mas representa a consolidação de uma política de médio/longo prazo iniciada no governo Lula, que projeta crescimento contínuo da renda dos trabalhadores e aposentados que percebem mensalmente esta remuneração. Para a grande imprensa o reajuste concedido a partir de janeiro representa "risco inflacionário"... O disco da mídia predominante toca esta mesma "música" todo ano... Novo salário mínimo tem maior valor real em quase 30 anos Aumento do piso para R$ 622 injetará R$ 47 bilhões na economia e terá impacto na renda de 48 milhões de pessoas, d

Dilma decreta maior salário minimo em 30 anos

Salário mínimo segue recuperando poder de compra desde 2003, após longo período de desvalorização contínua entre 1980/2002 O governo da presidenta Dilma continua a política de Lula para valorizar o piso nacional, em janeiro novo salário mínimo será o maior desde 1983 e alcançará cerca de US$ 335. O valor ainda não é suficiente para satisfazer as necessidades de uma família média brasileira, principalmente nas grandes cidades, mas representa a consolidação de uma política de médio/longo prazo iniciada no governo Lula, que projeta crescimento contínuo da renda dos trabalhadores e aposentados que percebem mensalmente esta remuneração. Para a grande imprensa o reajuste concedido a partir de janeiro representa "risco inflacionário"... O disco da mídia predominante toca esta mesma "música" todo ano... Novo salário mínimo tem maior valor real em quase 30 anos Aumento do piso para R$ 622 injetará R$ 47 bilhões na economia e terá impacto na renda de 48 milhões

2012 - Revovar a vida

A todos que compartilharam comigo os mesmos ideais que renovemos a vida, os sonhos, a força para seguir lutando por um mundo melhor. Que a liberdade, a justiça, os encontros, e a solidariedade sejam a meta maior em 2012. Feliz Ano novo Marilia Guimarães

2012 - Revovar a vida

A todos que compartilharam comigo os mesmos ideais que renovemos a vida, os sonhos, a força para seguir lutando por um mundo melhor. Que a liberdade, a justiça, os encontros, e a solidariedade sejam a meta maior em 2012. Feliz Ano novo Marilia Guimarães

Entre o azul e o medo

Amanhecia quando me banhei, lavei a cabeça, preparei –me linda para chegar à Clinica São Clemente. Dr. Cabral esperava tranquilo, confiante. Em pouco, estava na sala de operações. Eduardo deveria ser retirado antes que a bilirrubina subisse mais do suportável, para o bebê. Com RH negativo – década de sessenta – sem a tecnologia de hoje, uma cesariana era a solução. Rápido dois olhinhos azuis olhavam ao redor. Num corre corre, médicos, enfermeiras manipulavam a retirada troca do sangue através do cordão umbilical. Anestesiada apenas soube do resultado. - Excelente. Não tenho dúvidas que foi um sucesso – alegou Dr. Michael Sader. Horas depois já recuperada do anestésico admirando as folhas balançando ao vento, entrou Marcello subindo na cama, quase me arrebentando os pontos para comemorar a chegada de seu irmãozinho. Faltavam dois dias para que ele fizesse um ano. Falando pelos cotovelos diz que Edu lindo. Lindo. Lindo e mexe com as mãozinhas. - Gostou. - Gostei. Ele vai brinca comigo.

Entre o azul e o medo

Amanhecia quando me banhei, lavei a cabeça, preparei –me linda para chegar à Clinica São Clemente. Dr. Cabral esperava tranquilo, confiante. Em pouco, estava na sala de operações. Eduardo deveria ser retirado antes que a bilirrubina subisse mais do suportável, para o bebê. Com RH negativo – década de sessenta – sem a tecnologia de hoje, uma cesariana era a solução. Rápido dois olhinhos azuis olhavam ao redor. Num corre corre, médicos, enfermeiras manipulavam a retirada troca do sangue através do cordão umbilical. Anestesiada apenas soube do resultado. - Excelente. Não tenho dúvidas que foi um sucesso – alegou Dr. Michael Sader. Horas depois já recuperada do anestésico admirando as folhas balançando ao vento, entrou Marcello subindo na cama, quase me arrebentando os pontos para comemorar a chegada de seu irmãozinho. Faltavam dois dias para que ele fizesse um ano. Falando pelos cotovelos diz que Edu lindo. Lindo. Lindo e mexe com as mãozinhas. - Gostou. - Gostei. Ele vai brinca comi

Entre o Mar e o Cell

Madrugada adentro quando me despertei com dores fortes no baixo ventre. Na calcinha, uma enorme mancha de sangue. Assustada voltei ao quarto chamei pelo Fausto. Acho que estou tendo algo. Às 7:00 horas dava entrada no hospital. Um exame dolorido revelou a suspeita. Estamos em trabalho de parto, mas nada para as próximas horas. Volte para casa e regresse somente quando as dores forem menos espaçadas. - Não disse. Nada de alarme. John se casa hoje, e não seremos nós a estragar lhe a festa. - Mais dói. - Tudo bem. Mas, não é para hoje. Vá ao cabelereiro. Estreia o vestido lindíssimo e, vamos nos divertir. Passei a tarde no cabelereiro. Suava, e suava a cada contração. Acho que não vou aguentar. Ramiro a dor está insuportável, pare de colocar grampos no meu cabelo. Não segura mesmo. - Vou deixar você linda – a grávida mais bonita que a noiva. - È assim mesmo opinava as senhoras de uma Laranjeiras super elegante. Marinheira de primeira viagem. Sempre a mesma história. Tranquila. Na hor

Entre o Mar e o Cell

Madrugada adentro quando me despertei com dores fortes no baixo ventre. Na calcinha, uma enorme mancha de sangue. Assustada voltei ao quarto chamei pelo Fausto. Acho que estou tendo algo. Às 7:00 horas dava entrada no hospital. Um exame dolorido revelou a suspeita. Estamos em trabalho de parto, mas nada para as próximas horas. Volte para casa e regresse somente quando as dores forem menos espaçadas. - Não disse. Nada de alarme. John se casa hoje, e não seremos nós a estragar lhe a festa. - Mais dói. - Tudo bem. Mas, não é para hoje. Vá ao cabelereiro. Estreia o vestido lindíssimo e, vamos nos divertir. Passei a tarde no cabelereiro. Suava, e suava a cada contração. Acho que não vou aguentar. Ramiro a dor está insuportável, pare de colocar grampos no meu cabelo. Não segura mesmo. - Vou deixar você linda – a grávida mais bonita que a noiva. - È assim mesmo opinava as senhoras de uma Laranjeiras super elegante. Marinheira de primeira viagem. Sempre a mesma história. Tranquila. Na h

Pablo faz 3 anos

Corre pela casa levando mão minha chinesinha, lembrança de uma grande companheira. Linda, toda de vermelho e prateados uma fascinação ao olhar e com segurança um brinquedo para Pablo meio bebe,quase o menino, se possível adjetivar este crescimento descobridor das inumeras coisas que povoam este planeta. Curioso, mexe e remexe a bonequinha china, que perde chapeu, adornos, saiotinha. O resultado é escondê-la num recanto de um armário e esperar que alguém prendado, com mãos milagrosas recupere a representante do país tão distante. Assim foi. Meses pularam o calendário. De repente, Pablo com olhar de quem sabe o que sabe e devemos saber entra na sala vira de costas. VÓ. Olho e nada. Que foi Pablo não vejo nada. Vó. insiste. Presto melhor a atenção. Entre seus cabelinhos cor de mel a tiara da famosa chinesa vinda de lejos, se confundia entre seus dedinhos. Pablo, meu querido Pablo inacreditável. Faz tanto. Feliz corre em direção a Marcello para certificar de que todos sabem que ele sabe.G

Pablo faz 3 anos

Corre pela casa levando mão minha chinesinha, lembrança de uma grande companheira. Linda, toda de vermelho e prateados uma fascinação ao olhar e com segurança um brinquedo para Pablo meio bebe,quase o menino, se possível adjetivar este crescimento descobridor das inumeras coisas que povoam este planeta. Curioso, mexe e remexe a bonequinha china, que perde chapeu, adornos, saiotinha. O resultado é escondê-la num recanto de um armário e esperar que alguém prendado, com mãos milagrosas recupere a representante do país tão distante. Assim foi. Meses pularam o calendário. De repente, Pablo com olhar de quem sabe o que sabe e devemos saber entra na sala vira de costas. VÓ. Olho e nada. Que foi Pablo não vejo nada. Vó. insiste. Presto melhor a atenção. Entre seus cabelinhos cor de mel a tiara da famosa chinesa vinda de lejos, se confundia entre seus dedinhos. Pablo, meu querido Pablo inacreditável. Faz tanto. Feliz corre em direção a Marcello para certificar de que todos sabem que ele sabe.

Não tive tempo de ter medo - Carlos Marighella

Vamos comemorar o centenário do nascimento do grande companheiro Carlos Marighella. Mais do que isso, este ato público tem como objetivo promover a abertura do "Ano Marighella". Durante este ano, em todo o país, é importante organizar palestras, debates, seminários e exposições sobre a vida e a luta deste herói do povo brasileiro. O "inimigo público número 1 da ditadura" é, para nós, o "amigo número 1 do povo". Marighella é protagonista da História e seu exemplo de vida está e sempre estará presente em cada uma das lutas do nosso povo. Temos que resgatar seu nome e colocá-lo nas salas de aula, nos currículos escolares e nos livros de história. Devemos nos articular com os sindicatos e associações de professores, com os centros acadêmicos e grêmios escolares e com todos os agrupamentos que atuam na sociedade para que, apesar da mídia das elites dominantes, todos possamos, juntos, em todos os cantos do país, bradar em alto e bom som: Viva Marighella!

Não tive tempo de ter medo - Carlos Marighella

Vamos comemorar o centenário do nascimento do grande companheiro Carlos Marighella. Mais do que isso, este ato público tem como objetivo promover a abertura do "Ano Marighella". Durante este ano, em todo o país, é importante organizar palestras, debates, seminários e exposições sobre a vida e a luta deste herói do povo brasileiro. O "inimigo público número 1 da ditadura" é, para nós, o "amigo número 1 do povo". Marighella é protagonista da História e seu exemplo de vida está e sempre estará presente em cada uma das lutas do nosso povo. Temos que resgatar seu nome e colocá-lo nas salas de aula, nos currículos escolares e nos livros de história. Devemos nos articular com os sindicatos e associações de professores, com os centros acadêmicos e grêmios escolares e com todos os agrupamentos que atuam na sociedade para que, apesar da mídia das elites dominantes, todos possamos, juntos, em todos os cantos do país, bradar em alto e bom som: Viva Marighella!

Votação sobre faixa etária na TV.

Caros/as, A votação sobre inconstitucionalidade da vinculação horária da classificação indicativa começou hoje, e foi interrompida por pedido de vistas do Joaquim Barbosa. Quatro ministros já haviam votado, todos declarando que o Governo não pode definir uma faixa horária protegida para crianças (por exemplo, a de que programas recomendados para maiores de 18 não possam ser exibidos às 15h na TV aberta). Se essa perspectiva se confirmar, as emissoras poderão veicular qualquer programa, para qualquer faixa etária, em qualquer horário. A constitucionalidade da vinculação horária foi defendida pela Advocacia Geral da União e pela Procuradoria Geral da República, com teses muito próximas às da sociedade civil. Pior do que o resultado em si foi a linha de defesa dos ministros. Eles abandonaram qualquer ideia de proteção do direito das crianças e adolescentes, não consideraram em nenhum momento que televisão é um serviço público sob concessão e defenderam uma linha ultraliberal de liberdade

Votação sobre faixa etária na TV.

Caros/as, A votação sobre inconstitucionalidade da vinculação horária da classificação indicativa começou hoje, e foi interrompida por pedido de vistas do Joaquim Barbosa. Quatro ministros já haviam votado, todos declarando que o Governo não pode definir uma faixa horária protegida para crianças (por exemplo, a de que programas recomendados para maiores de 18 não possam ser exibidos às 15h na TV aberta). Se essa perspectiva se confirmar, as emissoras poderão veicular qualquer programa, para qualquer faixa etária, em qualquer horário. A constitucionalidade da vinculação horária foi defendida pela Advocacia Geral da União e pela Procuradoria Geral da República, com teses muito próximas às da sociedade civil. Pior do que o resultado em si foi a linha de defesa dos ministros. Eles abandonaram qualquer ideia de proteção do direito das crianças e adolescentes, não consideraram em nenhum momento que televisão é um serviço público sob concessão e defenderam uma linha ultraliberal de liberdade