20.6.16

ANAVÃ ANARRIÊ


                          Cabelos de Prata

Dos salões imperiais da corte brasileira, as quadrilhas rodopiaram, adentraram nas grandes festas dos súditos, saíram para as ruas nas notas dos acordeões dos seresteiros da época explodiram no colorido da etnia afro – ameríndia.
Brasileiro dança por qualquer coisa. Criam de maneira incrível mil formas de expressão corporal, juntando o povo. Folclóricas ou não, emprestam vitalidade, reciclam coreografias, adereços, indumentárias, na rica diversidade cultural do nosso Brasil.  
Virou mania, virou os séculos, virou felicidade, virou organização, virou, rodou, rodou como peão foi subindo, subindo o tablado na Praça das Águas, fez quinze anos ganhou todos os prêmios ..desfila orgulhosa diante meus olhos, na 16ª. apresentação , cheia de garra  para ser bicampeã.

Sob a luz da imensa lua, aquele luar cantado na canção entraram os Cabelos de Prata dançada por pessoas acima dos 50 anos.





Ando deslumbrada desde que cheguei.

Organização nota 10 daria o jurado das Escolas de Samba ao conjunto de ações no entorno da grande festa.
Sem contar as praças de alimentação, uma tenda desperta a curiosidade. Ar condicionado, poltronas confortáveis do “Projeto “Família que acolhe” aperfeiçoa a infraestrutura do evento que vai durar mais de uma semana.










Neste vai e vem de alegria, cercada de crianças, outras a espera da ansiada foto e do abraço afetuoso de Teresa Surita.


ANAVÃ ANARRIÊ


                          Cabelos de Prata

Dos salões imperiais da corte brasileira, as quadrilhas rodopiaram, adentraram nas grandes festas dos súditos, saíram para as ruas nas notas dos acordeões dos seresteiros da época explodiram no colorido da etnia afro – ameríndia.
Brasileiro dança por qualquer coisa. Criam de maneira incrível mil formas de expressão corporal, juntando o povo. Folclóricas ou não, emprestam vitalidade, reciclam coreografias, adereços, indumentárias, na rica diversidade cultural do nosso Brasil.  
Virou mania, virou os séculos, virou felicidade, virou organização, virou, rodou, rodou como peão foi subindo, subindo o tablado na Praça das Águas, fez quinze anos ganhou todos os prêmios ..desfila orgulhosa diante meus olhos, na 16ª. apresentação , cheia de garra  para ser bicampeã.

Sob a luz da imensa lua, aquele luar cantado na canção entraram os Cabelos de Prata dançada por pessoas acima dos 50 anos.





Ando deslumbrada desde que cheguei.

Organização nota 10 daria o jurado das Escolas de Samba ao conjunto de ações no entorno da grande festa.
Sem contar as praças de alimentação, uma tenda desperta a curiosidade. Ar condicionado, poltronas confortáveis do “Projeto “Família que acolhe” aperfeiçoa a infraestrutura do evento que vai durar mais de uma semana.










Neste vai e vem de alegria, cercada de crianças, outras a espera da ansiada foto e do abraço afetuoso de Teresa Surita.


19.6.16

A PAZ OLIMPÍCA E A TRADIÇÃO POPULAR


A libertação do corpo, o fortalecimento, a estabilização de energia geradas por práticas esportivas, aliadas a alegria que emana do ser através do equilibro dão vida à própria vida.

Através da Paz Olímpica momento esportivo em tributo a Zeus - o Supremo infinito - a Grécia atravessou milênios e, portal a dentro iluminou o céu  de  Boa Vista. Linda, hospitaleira, graciosa, generosamente organizada.
Encantamento inusitado miscigenando norte e sul, passado, presente entrando por vias digitais no futuro que é hoje.



Poucas cidades brasileiras viveram em tão poucas horas toda a intensidade de nossa diversidade cultural.
Da chegada da Tocha Olímpica que nos levou direto da Grécia antiga, as mãos mágicas da aldeia Macuxi para a Praça das águas no centro de Boa Vista,

encontrando  a força  musical do Monobloco, gingado carioca  fundido com a  sanfona de  Gonzagão que sonhava este sonho sonhado de sentir pulsar a cidade maravilhosa  numa festa arretada  no serrado.


Emoção se sente com os olhos, com a batida do coração em disparada, com as mãos tirando o suor da face que se mistura na  alegria,  nos rostos sorridentes de palhaços, e das  novas gerações de brasileiros que  não vão deixar a peteca cair.



A PAZ OLIMPÍCA E A TRADIÇÃO POPULAR


A libertação do corpo, o fortalecimento, a estabilização de energia geradas por práticas esportivas, aliadas a alegria que emana do ser através do equilibro dão vida à própria vida.

Através da Paz Olímpica momento esportivo em tributo a Zeus - o Supremo infinito - a Grécia atravessou milênios e, portal a dentro iluminou o céu  de  Boa Vista. Linda, hospitaleira, graciosa, generosamente organizada.
Encantamento inusitado miscigenando norte e sul, passado, presente entrando por vias digitais no futuro que é hoje.



Poucas cidades brasileiras viveram em tão poucas horas toda a intensidade de nossa diversidade cultural.
Da chegada da Tocha Olímpica que nos levou direto da Grécia antiga, as mãos mágicas da aldeia Macuxi para a Praça das águas no centro de Boa Vista,

encontrando  a força  musical do Monobloco, gingado carioca  fundido com a  sanfona de  Gonzagão que sonhava este sonho sonhado de sentir pulsar a cidade maravilhosa  numa festa arretada  no serrado.


Emoção se sente com os olhos, com a batida do coração em disparada, com as mãos tirando o suor da face que se mistura na  alegria,  nos rostos sorridentes de palhaços, e das  novas gerações de brasileiros que  não vão deixar a peteca cair.