Pular para o conteúdo principal

Para sempre Presidente Hugo Chavez!


Chavez  rompeu o céu da  América Latina para desvendar o mistério de todas as estrelas. Distribuiu liberdade, estabeleceu novos conceitos de como governar, uniu a América.

Reacendeu a esperança, rompeu fronteiras, entrou no coração do seu povo bairro adentro.  Curou  feridas, possibilitou  que muitos vissem de que cor era seu mundo.

Entre poemas, canções, sorriso largo foi transformando  sua pátria, na grande terra sonhada por Bolívar. Soube trilhar, guiar, defender com todo afinco o povo da Venezuela, preparando-os para exercerem sua cidadania. Seguindo o sonho do  libertador SIMON BOLÍVAR,  criou uma pátria multiétnica, pluricultural, livre e soberana. Defendeu a paz, a integridade territorial, a convivência entre os povos.

Exerceu como poucos a solidariedade. Como poucos marchou incansável  para consolidar a Revolução Bolivariana. Era um líder sui generis. Sem medo, afoito, comedido, destemido.  Disciplinado e livre. Um revolucionário que fazia do cotidiano um novo dia.

Sentimos sua partida. Sentimos antecipadamente  sua forma da construção diária de um mundo diferente. Mas, se para alcançar a vitória temos que  cruzar o caminho do sacrifício de não tê-lo presente, nos guiaremos pelo seu exemplo e seguiremos construindo esta América multiétnica sabedores que  como dizia Simon Bolívar ¨Para chegarmos á vitória sempre foi preciso passar pelo caminho do sacrifício.

 Hasta sempre Comandante!

06/03/2013
Marilia Guimaraes

Rede das redes internacional de intelectuais e artistas em defesa da Humanidade – Capitulo Brasil

Comentários

Posts Mais Lidos

1996 - Direitos Humanos violados no Brasil e no Mundo

Ao longo das últimas décadas, o Brasil assinou uma série de convenções, tratados e declarações que visam a garantir os direitos humanos fundamentais em nosso país. Apesar disso, diariamente, pessoas sofrem por terem seus direitos violados. São humilhadas, maltratadas e, muitas vezes, assassinadas impunemente. Tais fatos repercutem mundialmente, despertando o interesse de diversas organizações não-governamentais, que se preocupam em garantir os direitos acima mencionados, como a Human Rights Watch, que, anualmente, publica uma reportagem sobre a situação dos direitos humanos em diversos países do mundo, e cujos relatos sobre o Brasil, nos anos de 1996 e 1997, serviram de base para o relato exposto a seguir.

Relatório em 1996:

O ano de 1996, no Brasil, foi marcado por massacres, violência rural e urbana, más condições penitenciárias e impunidade gritante.

No dia 19 de abril, em Eldorado dos Carajás, Pará, a Polícia Militar, com ordem para evitar que cerca de duas mil famílias ocupassem …

José Ibrahim- um herói do movimento operário

José Ibrahim- um herói do movimento operário

1968 marcou o século XX como o das revoltas - estudantis operárias, feministas, dos negros, ambientalistas, homossexuais. Todos os protestos sociais e mobilização política que agitaram o mundo como a dos estudantes na França, a Primavera de Praga, o massacre dos estudantes na México, a guerra no Vietnã se completam com as movimentos operários e estudantil no nosso pais. Vivíamos os anos de chumbo, o Brasil também precisava de sua primavera.
Em Contagem, região industrial da grande Belo Horizonte, Minas Gerais, abriu caminho as grandes greves metalúrgicas coroada pela de 1968 em Osasco - região industrial de São Paulo onde brasileiros de fibra e consciência, miscigenam suas origens e raízes abalizadas pela particularidade brasileira, em plena luta contra a ditadura militar.
Jose Ibrahim, 21 anos, eleito para a direção Sindical, jovem, líder por excelência, simplesmente parou todas as fábricas de Osasco, na época pólo central dos movimentos de …

Inez Etienne - única sobrevivente da casa da morte em Petrópolis

Única sobrevivente da Casa da Morte, centro de tortura do regime militar em Petrópolis. Responsável depois pela localização da casa e do médico-torturador Amílcar Lobo. Autora do único registro sobre o paradeiro de Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, que comandou Dilma Rousseff nos tempos da VAR-Palmares. Última presa política a ser libertada no Brasil. Aos 69 anos, Inês Etienne Romeu tem muita história para contar. Mas ainda não pode. Vítima há oito anos de um misterioso acidente doméstico, que a deixou com graves limitações neurológicas, ela luta para recuperar a fala. Cinco meses depois de uma cirurgia com Paulo Niemeyer, a voz saiu firme:

DIREITOS HUMANOS: Ministra acredita na aprovação da Comissão da Verdade no primeiro semestre deste ano

- Vou tomar banho e esperar a doutora Virgínia.

Era a primeira frase completa depois de tanto tempo. Foi dita na manhã de quarta-feira, em Niterói, no apartamento onde Inês trava a mais recente batalha de sua vida. Doutora Virgínia é a fi…