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Pablo - seu primeiro dia de escola

Eu nunca consegui lembrar o meu dia 1o. dia de escola. Ia fazer 6 anos.Só lembro da minha professora.linda, muito terna e nos contava história de uma tal boneca chamada Pituchinha. Com Pituchinha aprender a ler. "Pitucinha é uma boneca que está guardada na caixinha" Seu método de aprendizado era fabuloso - palavraçào - raro naqueles tempos. Pela vida afora, lutei pela palavração. Em algumas inciativas consegui, em outras não.
Para Pablo falta ainda um largo caminho.Tem somente dois aninhos,mas esteva eufórico com seus pilot, tintas lavavéis, mochila do Batman, sua roupinha parecendo pioneiro. O calor era intenso, mas sua alegria tinha a temeperatura exata do 09/02/2011. Lá ia ele caminhando. Nós felizes. Paula, Marcello e eu emocionadissimos.Pablo é igual a Marcello, alegre, feliz, solto, inteligente como ele só. Vai do Ipad aos controles remotos com a mesma facilidade que Marcello aprendeu a ler aos 5 anos.Tem um quê da Paula, outro tanto do Marcello. Como traz no DNA minha contribuição genética,também estou presente naquele sorriso que nos ameniza o dia a dia, nos enche de ternura, nos faz rir, correr atrás, abraçar salpica-lo de beijinhos, conversar como comigo mil coisas numa nova linguagem bem peculiar. De tarde, Marcello ligou. Pablo passou todo o dia, brincou, fez amizades, divertiu muito. Aos poucos, vai como Vitória e Nicholas alçar voo, ganhar o mundo.Se a Paula e o Marcello não forem espertos,vão passar muitas noites olhando estrêlas esperando o muchacho que saiu para dar um giro e ainda nào voltou.

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A um Estranho Estranho que passa! você não sabe com quanta saudade eu lhe olho,
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Tudo é relembrado neste relance, fluído, afeiçoado, casto, maduro,
Você cresceu comigo, foi um menino comigo, ou uma menina comigo,
Eu comi com você e dormi com você – seu corpo se tornou não apenas seu, nem deixou o meu corpo somente meu,
Você me deu o prazer de seus olhos, rosto, carne, enquanto passamos – você tomou de minha barba, peito, mãos, em retorno,
Eu não devo falar com você – devo pensar em você quando sentar-me sozinho, ou acordar sozinho à noite,
Eu devo esperar – não duvido que lhe reencontrarei,
Eu devo garantir que não irei lhe perder.