Pular para o conteúdo principal

www.rededemocratica.org - para os viciados em sonhos e utopias

Amigos,
ano novo vida nova!
Jornal novo!
Pois é, ao final do ano velho começamos a trabalhar numa nova proposta de jornal virtual, o www.rededemocratica.org . Viciados em sonhos e utopias que somos, resolvemos ser mais um entre muitos que buscam uma forma de expressão que ultrapasse essa barreira que o monopólio da comunicação tem imposto a todos nós no que eles chamam de mundo globalizado. A asfixia cultural, político e ideológico que esse bloqueio provoca tem gerado uma inquietação que faz surgir todo o tipo de blogs, páginas, sites, comunidades nas redes sociais etc. que buscam na internet uma forma de resistência que não para de crescer. Cada um dentro de suas especificidades busca ações que lhes dêem sobrevida num volume que pode, um dia, romper essa represa que tanto nos tem sufocado.
No dia do lançamento, ainda sem estar concluido, o rededemocratica.org conseguiu reunir um grande número de pessoas, quase todos eram jornalistas, blogueiros, atores e todo tipo de internauta. Gente bem diferente, de diversas gerações e ramos de atividades. Todos com um mesmo sentimento de que é preciso unir forças e buscar o que há de comum
para que possamos pelo menos abrir um furinho nessa represa.
Por isso, estamos convidando nossos amigos a participar com suas idéias, enviando seus textos, sobre qualquer assunto que deseje divulgar, seus comentários e sugestões, sem qualquer tipo de censura. Quanto maior for a diversidade de assuntos e opiniões, mais próximos estaremos de uma verdadeira rededemocratica, dem virar correia de transmissão de governos , partidos políticos, religiões etc...
A maior utopia é, praticando a democracia, conquistarmos uma sociedade socialmente justa e políticamente livre.
Acesse www.rededemocrática.org.br, leia, escreva, comente, enfim, participe. Se gostar da proposta serás mais um, se não gostar fica prá depois sem qualquer problema.
Vamos sonhar juntos?
Colombo

Comentários

Posts Mais Lidos

1996 - Direitos Humanos violados no Brasil e no Mundo

Ao longo das últimas décadas, o Brasil assinou uma série de convenções, tratados e declarações que visam a garantir os direitos humanos fundamentais em nosso país. Apesar disso, diariamente, pessoas sofrem por terem seus direitos violados. São humilhadas, maltratadas e, muitas vezes, assassinadas impunemente. Tais fatos repercutem mundialmente, despertando o interesse de diversas organizações não-governamentais, que se preocupam em garantir os direitos acima mencionados, como a Human Rights Watch, que, anualmente, publica uma reportagem sobre a situação dos direitos humanos em diversos países do mundo, e cujos relatos sobre o Brasil, nos anos de 1996 e 1997, serviram de base para o relato exposto a seguir. Relatório em 1996: O ano de 1996, no Brasil, foi marcado por massacres, violência rural e urbana, más condições penitenciárias e impunidade gritante. No dia 19 de abril, em Eldorado dos Carajás, Pará, a Polícia Militar, com ordem para evitar que cerca de duas mil famílias o

José Ibrahim- um herói do movimento operário

José Ibrahim- um herói do movimento operário 1968 marcou o século XX como o das revoltas - estudantis operárias, feministas, dos negros, ambientalistas, homossexuais. Todos os protestos sociais e mobilização política que agitaram o mundo como a dos estudantes na França, a Primavera de Praga, o massacre dos estudantes na México, a guerra no Vietnã se completam com as movimentos operários e estudantil no nosso pais. Vivíamos os anos de chumbo, o Brasil também precisava de sua primavera. Em Contagem, região industrial da grande Belo Horizonte, Minas Gerais, abriu caminho as grandes greves metalúrgicas coroada pela de 1968 em Osasco - região industrial de São Paulo onde brasileiros de fibra e consciência, miscigenam suas origens e raízes abalizadas pela particularidade brasileira, em plena luta contra a ditadura militar. Jose Ibrahim, 21 anos, eleito para a direção Sindical, jovem, líder por excelência, simplesmente parou todas as fábricas de Osasco, na época pólo central dos movimentos

Inez Etienne - única sobrevivente da casa da morte em Petrópolis

Única sobrevivente da Casa da Morte, centro de tortura do regime militar em Petrópolis. Responsável depois pela localização da casa e do médico-torturador Amílcar Lobo. Autora do único registro sobre o paradeiro de Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, que comandou Dilma Rousseff nos tempos da VAR-Palmares. Última presa política a ser libertada no Brasil. Aos 69 anos, Inês Etienne Romeu tem muita história para contar. Mas ainda não pode. Vítima há oito anos de um misterioso acidente doméstico, que a deixou com graves limitações neurológicas, ela luta para recuperar a fala. Cinco meses depois de uma cirurgia com Paulo Niemeyer, a voz saiu firme: DIREITOS HUMANOS: Ministra acredita na aprovação da Comissão da Verdade no primeiro semestre deste ano - Vou tomar banho e esperar a doutora Virgínia. Era a primeira frase completa depois de tanto tempo. Foi dita na manhã de quarta-feira, em Niterói, no apartamento onde Inês trava a mais recente batalha de sua vida. Doutora Virgínia