Pular para o conteúdo principal

Artistas e intelectuais do Brasil dizem sim a Dilma Houssef

Apesar de você amanha há de ser outro dia – e foi. O Teatro Casa Grande palco de muitas manifestações políticas presenciou ontem a reafirmação da continuidade na construção da democracia no Brasil. E, emocionou a muitas gerações. De Oscar Niemeyer, a estudante de psicologia de olhos marejados de lágrimas, a Chico Buarque Hollanda ninguém faltou, e se faltou justificou a presença. O Brasil do samba, das cantigas de ciranda, do baião, da velha e nova Bossa, dos Rap, das letras, do cinema novo, das novas gerações. O Brasil musical e literato de norte a sul marcou presença. Ovacionou nosso militante maior – o grande poeta, escritor, arquiteto Niemeyer na mais doce das manifestações de ternura. A timidez buarquiana foi pega por um lapso na figura do anjo Gabriel portador de novidades – falou lindo. Uma nova faceta de nosso compositor querido. Poucos possuem o dom de Chico – aglutinar pessoas de todos os credos cores, etnias. Tudo dentro da mais perfeita afinação.
Este encontro consolidou o que estava escrito nas estrelas, magnetizados pelo Cruzeiros do Sul - Dilma Presidente.
Num discurso suave, doce, firme, coerente e apaixonado comprometido com o povo brasileiro explicou as conquistas, como se dão, quais caminhos tomar, que medidas adotar para seguir levando a cabo tantas conquistas. Demonstrou que ama este povo, que segue lutando por ele sem cansaço, sem medo, determinada a seguir o caminho iniciado por Lula.
Dilma menina. Dilma mulher num simbiose do frescor dos seus 17 anos, a maturidade que traz uma vida de entrega na construção de um futuro melhor para todos percorreu a historia, nos fez viver momentos difíceis e deixou marcado em todos os corações a esperança.
Valeu companheira! Dia 31 todos nos estarem apostando neste futuro. Dia 31 sem hesitar estaremos todos votando 13 – Dilma para Presidência do Brasil.
Marilia Guimarães

Comentários

Posts Mais Lidos

1996 - Direitos Humanos violados no Brasil e no Mundo

Ao longo das últimas décadas, o Brasil assinou uma série de convenções, tratados e declarações que visam a garantir os direitos humanos fundamentais em nosso país. Apesar disso, diariamente, pessoas sofrem por terem seus direitos violados. São humilhadas, maltratadas e, muitas vezes, assassinadas impunemente. Tais fatos repercutem mundialmente, despertando o interesse de diversas organizações não-governamentais, que se preocupam em garantir os direitos acima mencionados, como a Human Rights Watch, que, anualmente, publica uma reportagem sobre a situação dos direitos humanos em diversos países do mundo, e cujos relatos sobre o Brasil, nos anos de 1996 e 1997, serviram de base para o relato exposto a seguir.

Relatório em 1996:

O ano de 1996, no Brasil, foi marcado por massacres, violência rural e urbana, más condições penitenciárias e impunidade gritante.

No dia 19 de abril, em Eldorado dos Carajás, Pará, a Polícia Militar, com ordem para evitar que cerca de duas mil famílias ocupassem …

José Ibrahim- um herói do movimento operário

José Ibrahim- um herói do movimento operário

1968 marcou o século XX como o das revoltas - estudantis operárias, feministas, dos negros, ambientalistas, homossexuais. Todos os protestos sociais e mobilização política que agitaram o mundo como a dos estudantes na França, a Primavera de Praga, o massacre dos estudantes na México, a guerra no Vietnã se completam com as movimentos operários e estudantil no nosso pais. Vivíamos os anos de chumbo, o Brasil também precisava de sua primavera.
Em Contagem, região industrial da grande Belo Horizonte, Minas Gerais, abriu caminho as grandes greves metalúrgicas coroada pela de 1968 em Osasco - região industrial de São Paulo onde brasileiros de fibra e consciência, miscigenam suas origens e raízes abalizadas pela particularidade brasileira, em plena luta contra a ditadura militar.
Jose Ibrahim, 21 anos, eleito para a direção Sindical, jovem, líder por excelência, simplesmente parou todas as fábricas de Osasco, na época pólo central dos movimentos de …

Inez Etienne - única sobrevivente da casa da morte em Petrópolis

Única sobrevivente da Casa da Morte, centro de tortura do regime militar em Petrópolis. Responsável depois pela localização da casa e do médico-torturador Amílcar Lobo. Autora do único registro sobre o paradeiro de Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, que comandou Dilma Rousseff nos tempos da VAR-Palmares. Última presa política a ser libertada no Brasil. Aos 69 anos, Inês Etienne Romeu tem muita história para contar. Mas ainda não pode. Vítima há oito anos de um misterioso acidente doméstico, que a deixou com graves limitações neurológicas, ela luta para recuperar a fala. Cinco meses depois de uma cirurgia com Paulo Niemeyer, a voz saiu firme:

DIREITOS HUMANOS: Ministra acredita na aprovação da Comissão da Verdade no primeiro semestre deste ano

- Vou tomar banho e esperar a doutora Virgínia.

Era a primeira frase completa depois de tanto tempo. Foi dita na manhã de quarta-feira, em Niterói, no apartamento onde Inês trava a mais recente batalha de sua vida. Doutora Virgínia é a fi…